
terça-feira, outubro 07, 2008
sábado, outubro 04, 2008
O factor humano
Nos inúmeros périplos que o Governo tem efectuado pelo País a distribuir computadores, cheques e, principalmente, auto-elogios, os professores têm sido esquecidos como se na Escola fossem quem menos conta!
O ataque aos professores começou por ter expressão no plano social, tendo essa primeira fase pretendido preparar o terreno para as medidas que se seguiriam e que, sabiam os governantes, seriam fortemente contestadas.
Sobre os docentes abateram-se todas as medidas que se aplicaram à Administração Pública e, no caso do ensino particular e cooperativo, as decorrentes do código de trabalho… a que se juntaram mais algumas. Foi o novo estatuto da carreira docente que introduziu focos de grave instabilidade na profissão, com o seu absurdo e muito penalizador modelo de avaliação, a divisão da carreira em duas categorias ou a criação de uma prova de ingresso que visa empurrar milhares de jovens para fora da profissão; foram os horários de trabalho, muitas vezes ilegais, que impõem horas de actividade burocrática que seriam preciosas para o trabalho individual e vieram desorganizar, completamente, a própria vida profissional, pessoal e familiar dos professores; foi a nova gestão escolar, assente no pressuposto da desconfiança sobre os docentes e na necessidade de estender, para dentro das escolas, os tentáculos da tutela; foi a supressão dos apoios a milhares de alunos com necessidades educativas especiais, tornando mais difícil o trabalho na sala de aula.
É verdade que há escolas com quadros interactivos, com mais computadores nas salas e alguns edifícios foram recuperados… mas não foi dada a devida importância ao mais importante dos factores: o factor humano e, em especial, os profissionais docentes.
Como a UNESCO e a Internacional de Educação lembram no Dia Mundial dos Professores que amanhã se celebra, "os Professores contam!" Só que no nosso país, para o nosso Governo, estes têm contado pouco, o que é grave.
Não há ensino de qualidade, não há verdadeira Escola se os Professores não contarem ou contarem pouco, como tem acontecido, sendo natural que, quando assim é, as políticas educativas fracassem.
Seria perda de tempo esperar que para os actuais governantes os Professores passassem a contar; essa é razão suficientemente forte para que sejamos nós, Professores, com a nossa luta, a fazê-los compreender quanto contamos!"
Mário Nogueira, secretário geral da Fenprof
sexta-feira, outubro 03, 2008
Antes "Henrique" que "Magalhães"
"Numa iniciativa que se saldou num enorme sucesso, o Grupo de Mulheres do PSD de Vila do Conde organizou, na passada semana, um «Fórum Educação». Quem esteve presente ouviu coisas de estarrecer, algumas que bastaria o recurso ao senso comum para serem corrigidas. A contestação à política educacional governativa é tão vasta e uniforme que, a crer na sua integridade de opiniões, não deve haver um único professor a votar no PS nas próximas legislativas. É a Lei da Avaliação, a da Autonomia das Escolas, são as medidas avulso que nada resolvem, pela simples razão que não há estratégia, mas apenas uma escolha casuística de acções.
Veja-se, por exemplo, o caso do computador Magalhães. Passando ao lado de que aquele produto já tem dois anos no mercado, não tenho o mínimo problema em aplaudir esta iniciativa. È fantástica a ideia de que cada aluno, na sala de aulas, possua um computador. Acontece que este equipamento, por si, não tem valor didático. Porque um computador é apenas uma ferramenta de trabalho, um auxiliar electrónico na acção educativa. Não é por existir um computador para cada aluno que os níveis de literacia e de sucesso escolar irão aumentar.
Por isso, talvez tivesse sido boa ideia abordar a questão de outra forma, começando pela formação dos alunos e dos professores. Poderia chamar-se «Henrique» a este projecto. Porquê? Porque evocaria o Infante D. Henrique que, antes de se lembrar de andar pelo país a distribuir naus e caravelas, criou uma escola, a «Escola de Sagres», dedicada ao estudo e planeamento das viagens marítimas. Ou seja, primeiro pensou e depois é que executou, num plano com princípio, meio e fim.
É isso que falta à actual política educativa: estratégia e planeamento. As medidas são debitadas arbitrariamente, os objectivos são apresentados e alterados aleatoriamente e nem sequer se escuta o que os visados têm para dizer. Com estes ingredientes, é óbvio que o apanágio governamental de uma política de educação com qualidade não encontra eco na realidade, já que alunos, pais e professores só conseguem ver uma acção errante, sem bússola, nem Norte".
Pedro Brás Marques
Vereador na CM de Vila do Conde
Professora com mestrado e doutoramento não é titular
Este afastamento surge, por si, só como uma nítida violação do pressuposto principal de candidatura ao cargo de professor titular, explicado pelo ME: «É necessário ter 18 anos de tempo de serviço, podendo este período ser reduzido através da aquisição dos graus de mestre ou doutor e da obtenção de avaliações de Excelente ou Muito Bom».
Procurando justificações para o sucedido, Virgínia soube que a Comissão de Certificação da sua escola «entendeu que o doutoramento não estava de acordo com o decreto lei que regulamenta o concurso a professor titular». Incrédula, reclamou para o Ministério e até avançou para os tribunais, mas o problema continua por resolver. Não obteve qualquer resposta e os prazos foram ultrapassados".
Portugal Diário
quinta-feira, outubro 02, 2008
Professores do distrito de Leiria contra o actual código do trabalho
Diário de Leiria
quarta-feira, outubro 01, 2008
terça-feira, setembro 30, 2008
Estão todos loucos
Uma universidade do sítio, provavelmente sem mais nada de interessante para fazer, decidiu elaborar um estudo sobre o custo das explicações para as famílias que não só desconfiam da excelência do ensino público como têm a sorte de poder gastar algum dinheiro do seu orçamento para ajudar os filhos a falarem melhor a língua do sítio e não serem analfabetos em Matemática. Caiu o Carmo e a Trindade.
Os autores deram o tom e alguma Comunicação Social amplificou a indignação que varreu este sítio manhoso, hipócrita, cada vez mais pobre e cada vez mais mal frequentado. O problema com as malditas explicações é que a sua existência é um caso flagrante de desigualdade social. Porque, a exemplo do Sol, as explicações só são aceitáveis se forem para todos, sem excepção. Ricos, pobres e remediados. Caso contrário, devem ser pura e simplesmente proibidas ou, em alternativa, acabe-se com os motivos que levam as famílias a procurar explicadores para os filhos. Isto é, enterre-se de vez os malditos exames, que não só provocam um insuportável stress às criancinhas como criam essa execranda figura que é o chumbo, na versão antiga e autoritária, ou retenção, na versão socialista e moderna, que não magoa tanto os sensíveis ouvidos de pais, professores e alunos.
A sugestão do fim dos exames não partiu de qualquer grupo de cábulas, putativos delinquentes, nem de um bando de bêbedos apanhados à saída de uma taberna por uma qualquer televisão sequiosa da opinião popular ao vivo e em cima da hora. Não. A proposta veio das confederações de pais, essas misteriosas organizações que ganharam estatuto de parceiro social sabe-se lá como e porquê. Uma sugestão que caiu bem na 5 de Outubro, com uma ministra a bramar contra essa gritante desigualdade social e a prometer uma vigilância apertada aos energúmenos que dão aulas na escola pública e que não têm qualquer pudor em receber uns cobres extras com explicações a meninos ricos e betinhos que assim conseguem melhores notas nos malditos exames. Uma ministra que, diga-se em abono da verdade, tem um sonho que mostra definitivamente como o sítio não só é pobre, manhoso e cada vez mais mal frequentado mas como está a resvalar perigosamente para a loucura.
O sonho da ministra da Educação é acabar com os chumbos, perdão, as retenções. E assim, cantando e rindo, com um ‘Magalhães’ debaixo do braço, as crianças irão felizes para a escola de sonho, sem exames e sem chumbos".
António Ribeiro Ferreira, Jornalista
Mário Nogueira em entrevista ao Correio da Manhã
Correio da Manhã – Pediram uma reunião de urgência com a ministra da Educação. O que pretendem discutir?
Mário Nogueira – A ministra andou a varrer o lixo para debaixo do tapete e não arrumou a casa. Existem vários pontos que estão a provocar uma insatisfação ainda maior nos professores, como os horários de trabalho ilegais, arbitrariedades e os procedimentos abusivos na avaliação de desempenho.
– Isso significa que vão voltar às jornadas de luta, com manifestações na rua?
– Se continuarmos como estamos, não será difícil prever que vamos regressar à rua. Nos próximos dias vamos sentir o pulsar dos professores, e o mais certo é regressarmos já em Outubro ou em Novembro.
– O facto de o aproveitamento dos alunos ter influência na avaliação e progressão dos professores não abre portas à falsificação de resultados?
– Não posso garantir que isso não vá acontecer, mas os professores são pessoas de bem e não vão abdicar nem colocar em causa valores éticos por causa dessa pressão do Governo.
– Que pressão é essa?
– A leitura feita pelos professores – e não só – é que há uma intenção de melhores taxas de sucesso e de aproveitamento escolar. Mais tarde, o Ministério da Educação e o Governo vão aproveitar números, dizendo que são resultado das suas políticas.
– A avaliação dos professores não era um assunto arrumado?
– Com o memorando de entendimento conseguimos que a maioria dos professores não fosse avaliada. Apenas cinco por cento o foi e mesmo neste pequeno grupo já temos centenas de queixas dos professores. Determinou-se que este seria um ano experimental, mas já se começou a perceber que se trata de um modelo pesado. Os professores ou passam o tempo a avaliarem-se uns aos outros ou a darem aulas.
segunda-feira, setembro 29, 2008
Enfiar cerca de 50 crianças numa sala
O que aqui vou contar passa-se numa escola do ensino básico (1º ciclo) da cidade da Maia. Nesta escola ?funciona? o chamado período de ?prolongamento?, que não é mais do que um período em que as crianças ficam na escola à espera que os pais ou encarregados de educação os possam ir buscar (este período é pago, à Associação de Pais, que contrata funcionárias para zelarem pelo bem estar das crianças).
Até aqui, tudo bem. Deviam funcionar todas assim.
Mas, e quando a falta de visão dos responsáveis (e não os donos) pela escola ultrapassa os limites do razoável e se enfiam cerca de 50 crianças, com idades entre os 3 e os 10 anos, numa sala (existem mais duas salas pelo menos, e novas!!!) e não se lhes dá “liberdade” para criar, brincar ou até estudar... (as crianças da pré-escola são “autorizadas” a ver televisão até alguém as ir buscar).
Algumas crianças esperam até às 19:00h, sendo que nesta escola as actividades terminam às 17:30h.
É assim que se educam os nossos filhos, a ver televisão... Talvez se devesse oferecer bom senso aos adultos...
É este o País que estamos a criar...
Disseram-me que este problema seria resolvido. Espero que sim!"
Maria Fernandes
JN
domingo, setembro 28, 2008
Para quando a "playstation" portuguesa?
Alberto Gonçalves
sexta-feira, setembro 26, 2008
quarta-feira, setembro 24, 2008
Fenprof lança petição pela revogação Estatuto Carreira Docente
«Sem professores respeitados, dignificados e valorizados não há escola, nem ensino de qualidade. E essa é a questão que não pode continuar a ser ignorada, sendo esse o mote da campanha em torno do Dia Mundial dos Professores», afirma a federação, em comunicado.
Além desta iniciativa, será apresentada a 8 de outubro uma proposta sobre avaliação de desempenho para discussão pública nas escolas, que decorrerá até ao final do ano.
Após o contributo dos estabelecimentos de ensino, será definido o documento final que o sindicato apresentará no período já definido pela tutela para alterações ao modelo de avaliação de desempenho actualmente em vigor, que deverá decorrer em Junho e Julho do próximo ano.
A 5 de Outubro, Dia Mundial do Professor, será distribuído nas capitais de distrito e em outras cidades um folheto às populações sobre «a importância da profissão de professor».
O secretário-geral da Federação, Mário Nogueira, participará nas actividades previstas para o Funchal.
Por outro lado, foi enviado a todos os grupos parlamentares um apelo aos deputados para que aprovem uma «Saudação aos Professores».
Diário Digital / Lusa
terça-feira, setembro 23, 2008
A prática das "explicações"
"A ministra da Educação acha terceiro-mundista a prática das ‘explicações’ que visam (uso palavras suas) "recuperar o que o aluno não aprendeu na escola". Ora, todos sabemos para que servem as ‘explicações’ – e conhecemos o sacrifício dos pais que podem pagar mais de cem euros por mês (118 em média, segundo um estudo da Universidade de Aveiro) para que os seus filhos tenham acesso a esse apoio escolar extra.
Por um lado, mostra como as famílias temem o falhanço científico ou pedagógico no sistema educativo; por outro, revela que as famílias se preocupam, o que não é mau; finalmente, constitui o retrato do sistema que não muda desde os anos 70. Ou seja: o palavreado sobre a qualidade da escola é a única coisa que muda; porque a realidade, essa, é sensivelmente a mesma".
Francisco José Viegas, Correio da Manhã
segunda-feira, setembro 22, 2008
Passar todos os alunos do 9ª ano é objectivo do Governo
Sol
Nota: Se é para passar toda a gente porque não se decreta, de uma vez por todas, o fim das reprovações?
sábado, setembro 20, 2008
A Escola Moderna
Os problemas do Ensino estavam há muito diagnosticados, mas ninguém teve a coragem de os enfrentar. Nasceram assim as aulas de substituição, a escola a tempo inteiro (com o alargamento do horário escolar). Encerrou-se 2400 escolas com menos de dez alunos e a oferta de cursos profissionais aumentou de dez para 50%, tendo diminuído consideravelmente o abandono escolar. Introduziu-se o Inglês para que a próxima geração seja uma geração de bilingues, reforçou-se o ensino das tecnologias de informação, massificou-se o acesso aos computadores, foram já entregues 300 mil computadores a alunos, criou-se a figura do director de escola, estabilizou-se com bons resultados a vida dos professores (contratos de três anos), contratualizou-se com mais de 90 câmaras a gestão dos edifícios e funcionários, a progressão na carreira fica subordinada ao mérito académico e profissional e mudou-se o sistema de avaliação, aqui ainda de forma um pouco atabalhoada.
No campo da acção social escolar duplicou-se o número de beneficiários, até ao 12º os alunos têm todos os benefícios (refeições, transporte escolar, bolsas de estudo, recebimento de todos os manuais escolares), vão ser recuperadas todas as escolas secundárias do País num esforço financeiro de dois mil milhões de euros. Os cidadãos deste País, os encarregados de educação, deviam ir ver como estão já a funcionar as escolas Rodrigo de Freitas e Soares dos Reis, no Porto, e as de D. Dinis e D. João de Castro, em Lisboa. Só por má-fé se pode combater a ministra que fez isto tudo".
Emídio Rangel
quinta-feira, setembro 18, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
O milagre educativo
É justo. Ainda há dias a ministra da Educação se congratulava, sem sorrir, com as aguardadas estatísticas de 2008, o prodigioso ano em que, em vésperas de eleições, quase ninguém chumbou (na escola, pois chumbos na vida não são problema do ME). Com notável desprendimento, o Governo atribuiu então os louros ao "esforço de professores e alunos", embora seja de justiça reconhecer que sem aquela grande ideia dos exames fáceis o país não teria decerto "milagre educativo" para festejar. Por isso, em vez de premiar os bons alunos, talvez o Governo devesse antes premiar alunos como o Luís, de 15 anos, um dos milhares de milagrados do ME, que foi notícia no "Expresso" por ter passado do 6º para o 7º ano com oito negativas e uma só positiva (a Educação Física). De facto, é a alunos como o Luís que fica a dever-se o bombástico milagre educativo português. Os bons alunos? Esses já contribuiriam.
terça-feira, setembro 16, 2008
É hora de mostrarmos de que matéria somos feitos
Há quem defenda que os sindicatos devem liderar a luta contra o novo processo de avaliação de professores. Esquecem-se que os sindicatos assinaram um memorando de entendimento com o Ministério da Educação que prevê que estes só se pronunciem sobre a avaliação de desempenho, no final do ano lectivo. Amarrados a este compromisso os sindicatos não irão mexer uma palha sobre esta questão. O processo continuará a percorrer o seu caminho por muito que os professores o achem injusto, inconcebível ou impraticável. Aqueles que nos deviam representar deixaram-nos completamente entregues a nós próprios. A nós professores, resta-nos recuperar a energia do 8 de Março e entregarmo-nos à luta com vigor e determinação. Sem medo e convictos de que a razão nos assiste. Isto implica menos retórica e mais pragmatismo nas acções que entendamos promover.
Escola de Barcelos permite transição com 5 negativas
A norma não é ilegal. O despacho normativo nº 50/2005 - já aprovado na gestão de Maria de Lurdes Rodrigues - dá autonomia aos Conselhos de Turma e Pedagógicos para aprovarem as transições.
As retenções devem "constituir uma medida pedagógica de última instância, numa lógica de ciclo e de nível de ensino, depois de esgotado o recurso a actividades de recuperação desenvolvidas ao nível da turma e da escola" - lê-se no segundo parágrafo do despacho. E é este o princípio que a escola de Manhente diz seguir, apostando numa estratégia para combater o abandono e insucesso escolar no 7º ano - o primeiro do 3º ciclo, onde se verificam os piores resultados e que se têm vindo a agravar nos últimos anos, explicou ao JN o presidente do Conselho Executivo do agrupamento, Joaquim Filho.
O referencial, aprovado na primeira reunião do Conselho Pedagógico, é meramente orientador, explicou o professor. "Não significa que todos os alunos com cinco negativas transitem de ano. Cada caso é um caso" e terá de ser devidamente fundamentado pelo Conselho de Turma do aluno ao Conselho Pedagógico. O objectivo, insistiu, é que o aluno seja avaliado pelo ciclo de ensino e não por um ano. Ou seja, se o Conselho de Turma considerar que determinado aluno tem condições para, no final do ciclo, possuir os conhecimentos para passar para o secundário deve apostar na sua transição. "É isso que, no fundo, acontece no 1º ciclo", argumenta.
Joaquim Filho considera o currículo do 3º ciclo "demasiado pesado" e defende a sua reestruturação. Os alunos transitam do 6º ano (2º ciclo) e ficam "com 13 a 15 disciplinas". E, nesse sentido, cinco negativas "não é excessivo", considera. Ainda por cima, insiste, a "experiência de anos recentes revela que alunos, que por vezes, transitam nessas condições, no 8º ano, mais velhos um ano, com programas de acompanhamento ou tutorias, deixam de ter problemas na transição".
O despacho 50/2005 destina-se ao ensino básico e só impõe o referencial máximo de três negativas para os anos terminais: 6º e 9º".
JN
segunda-feira, setembro 15, 2008
A discussão à volta do novo modelo de avaliação de professores
domingo, setembro 14, 2008
Um insulto à inteligência dos portugueses
sábado, setembro 13, 2008
Rankings e Xanax
Daniel Oliveira





