
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
domingo, fevereiro 08, 2009
A montanha voltou a parir um rato
sábado, fevereiro 07, 2009
A desunião dos professores origina artigos como este
Editorial
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Dúvidas na legalidade e constitucionalidade das medidas do Governo
Desilusão
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Vasco Graça Moura, desmonta o pretenso e vergonhoso "relatório da OCDE"
Vasco Graça Moura
A razão porque o presidente da CONFAP, Albino Almeida, está sempre alinhado com as posições do Ministério da Educação
"Para que conste e porque muita gente não sabe, a CONFAP (Confederação Nacional das Associações de Pais) recebeu do Gabinete da Ministra da Educação duas tranches de 38.717,50 euros cada uma, no segundo semestre de 2006, conforme publicação no Diário da República N. 109 de 6/6/2007 (pág. 15720). Recebeu ainda mais 39.298,25 euros no primeiro semestre de 2007, conforme publicação no DR N. 201, de 18/10/2007(Pág. 30115).
Trata-se da única organização que recebe verbas directamente do Gabinete da Ministra. Com um salário destes, o que se pode esperar do sr. Albino Almeida? Mais de 150.000 euros por ano é muito dinheiro. O sr. Albino é apenas e só um assalariado do Ministério da Educação (por sinal, muito bem pago com os nossos impostos)".
Anónimo, Público On-Line
Ministra da Educação aconselha professores a lerem legislação
No final da reunião, os jornalistas insistiram na questão e Maria de Lurdes Rodrigues respondeu para dizer quase nada. Limitou-se a enviar publicamente um conselho aos professores "leiam a legislação". Depois de avisar que a avaliação é "um direito e um dever", a ministra deixou o aviso de que as consequências das decisões individuais devem ser conhecidas por quem as toma. "Não é aceitável que um cidadão pergunte o que lhe acontece se não pagar os impostos". Mas a legislação levanta dúvidas, tanto aos sindicatos como às escolas, ao indicar apenas que a avaliação conta para a progressão na carreira".
JN
terça-feira, fevereiro 03, 2009
Estes tipos não têm vergonha na cara!
FNE apresenta a sua proposta de carreira única
Trata-se de uma proposta ambiciosa que se afasta do que tem defendido o Ministério de Maria de Lurdes Rodrigues.
A FNE insiste numa carreira docente única desenvolvida em nove escalões (o mesmo número dos actuais, que se dividem entre seis para professor e três para titular), tendo todos os professores a possibilidade de acederem ao topo, tal como sucedia antes do Estatuto da Carreira Docente que entrou em vigor em Janeiro de 2007. Para se progredir na carreira, contariam três critérios: o tempo de serviço previsto, a avaliação do desempenho igual ou superior a "satisfaz" e formação contínua. O tempo de serviço para que o docente possa aceder ao nível de remuneração mais alto seria de 28 anos (o índice remuneratório será igual ao do topo da carreira técnica superior da administração pública).
Quanto ao modelo de avaliação do desempenho, a FNE propõe uma avaliação feita em duas vertentes - uma "formativa" e outra "sumativa". A "avaliação formativa" seria uma auto-avaliação dos professores, "num esforço de reflexão permanente sobre a sua actividade", devendo elaborar um "dossier pedagógico" representativo da sua actividade.
A "sumativa" seria uma avaliação externa levando em conta a assiduidade, o cumprimento do serviço distribuído e a participação do professor em projectos de investigação.
Do sexto para o sétimo escalão, a FNE considera que se justifica, para progredir, uma avaliação extraordinária: "Colocamos na transição do sexto para o sétimo escalão uma avaliação extraordinária realizada perante um júri que integra elementos externos à escola", disse o dirigente da FNE, Dias da Silva, na conferência de imprensa dada em Lisboa.
A formação contínua deve ser "dada pelo Ministério de forma gratuita, indo ao encontro das necessidades do docente na sua área científico-pedagógica", disse".
JN
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Professora agredida à dentada por aluno de dez anos numa escola em Faro
domingo, fevereiro 01, 2009
sábado, janeiro 31, 2009
Mário Nogueira fala sobre o modelo de avaliação dos docentes e dos seus receios
"Correio da Manhã – Os prazos para entrega dos objectivos individuais estão a chegar ao fim. Já tem números sobre quantos professores entregaram e quantos não o fizeram, recusando assim este modelo de avaliação?
– Não temos números. Mas é seguro que muitos milhares não entregaram e que muitos fizeram-no revoltados porque foram amedrontados pelos boatos com ameaças de processos disciplinares. E isto cria ainda mais revolta.
– O Ministério da Educação (ME) anunciou que está "encerrada" a questão da avaliação docente para este ano e disse que a vossa proposta para aplicar a solução açoriana foi extemporânea...
– Tentámos dar-lhes uma saída, porque estamos preocupados com a tranquilidade das escolas, com uma solução do Governo do PS nos Açores. Infelizmente o ME foi irresponsável.
– Como avalia as propostas do ME para o concurso de colocação de professores?
– O Governo quer que a avaliação tenha relevância no concurso o que é injusto, perverso e ilegal. E os professores titulares ficam impedidos de concorrer".
Correio da Manhã
sexta-feira, janeiro 30, 2009
Até quando os portugueses vão dar crédito a Sócrates?
Por muito menos que isto, Santana Lopes foi exonerado. O que mais me custa no meio disto tudo, é saber que Sócrates vai voltar a merecer a confiança dos portugueses nas próximas legislativas. Isso é que dói!
quinta-feira, janeiro 29, 2009
Assim se apanha um mentiroso
“Eu nunca disse que o relatório é da OCDE”
Depois do foguetório
"Afinal o tal relatório da OCDE "elogioso" das políticas educativas do Governo não é da OCDE e foi encomendado e pago… pelo Governo. Valeria a pena ter lido o documento antes de dar crédito ao "site" do PS e ao Ministério da Educação. Com efeito, o relatório é uma encomenda do ME e a relação que tem com a OCDE é que "segue de perto a metodologia e abordagem [da] OCDE" (pág. 7).
Por outro lado, "a avaliação teve na base um relatório (…) preparado pelo ME" (pág. 26); a imensa maioria das entidades ouvidas pertence à estrutura hierárquica do ME, sendo que das 7 câmaras envolvidas no estudo, 6 são dirigidas pelo PS e a sétima é Gondomar (págs. 87 e 88); por fim, a documentação em que se baseia é constituída por publicações do ME e "informações e dados produzidos por todos os Serviços Centrais do ME" (pág. 89).
Sem questionar os méritos que o estudo eventualmente tenha nem a idoneidade dos autores (nem a importância da reforma em curso no 1.º Ciclo do Ensino Básico), talvez tudo isto chegasse para, noutro tempo, noutro lugar e com outros intervenientes, justificar um pouco menos de estardalhaço".
António Manuel Pina, JN
quarta-feira, janeiro 28, 2009
Uma amostra representativa da parcialidade do estudo sobre o ensino básico
E que autarquias foram ouvidas pelos peritos?
Guimarães (Partido Socialista)
Gondomar (independente)
Santo Tirso (Partido Socialista)
Amadora (Partido Socialista)
Ourique (Partido Socialista)
Lisboa (Partido Socialista)
Portimão (Partido Socialista)
Não falta aqui nada?
Creio que desta vez a propaganda de Sócrates exagerou.
Os peritos internacionais devem ter partido com a ideia que em Portugal vigora um regime monopartidário.
Carlos Nunes Lopes
http://31daarmada.blogs.sapo.pt/2136783.html
Gave recua na alteração de critérios de correcção das questões “verdadeiro/falso” em 2009
Um país de cristãos-novos
Como podia o secretário de Estado Jorge Pedreira lembrar-se ainda do que foi dito por sociedades científicas, professores, pais e pelos próprios alunos, eufóricos uns, decepcionados outros, por terem perdido o ano a estudar e, afinal, não ser preciso, acerca da dificuldade e grau de exigência daqueles exames? Não surpreende, pois, vê-lo agora a terçar armas contra o "facilitismo" das escolas superiores de educação e o "direito ao sucesso" também dos formandos dessas escolas, com a mesma intransigência com que, ex-sindicalista, investe contra os sindicatos. Um converso em acção é sempre coisa bonita de ver".
Manuel António Pina









