terça-feira, novembro 10, 2009

Secretário geral da FNE fala das suas expectativas para a reunião de hoje com a ministra

"Correio da Manhã – Com que expectativas parte a FNE para esta primeira reunião com a ministra da Educação Isabel Alçada?
João Dias da Silva – Partimos optimistas e com a convicção de que é necessário que se inicie um processo novo na relação entre o Ministério da Educação (ME) e as organizações sindicais de professores. É fundamental que num quadro de diálogo se possam anular os factores graves de perturbação que têm estado instalados.
– Quais as principais reivindicações da FNE para esta primeira reunião?
– Esperamos que este novo processo negocial conduza à revisão do Estatuto da Carreira Docente, com o fim da separação dos professores em duas categorias, e que muito rapidamente tenhamos o modelo de avaliação de desempenho substituído por outro. Estas são apenas as matérias mais urgentes, mas vão ter de ser definidos calendários para etapas futuras de negociação de muitos outros temas.
– Como recebeu as primeiras declarações da ministra Isabel Alçada, bem como as palavras do primeiro-ministro José Sócrates?
– Quero relevar as afirmações da ministra de que em termos de Estatuto da Carreira Docente e de modelo de avaliação tudo está em aberto para negociação. E também quero relevar as palavras do primeiro-ministro de que o modelo de avaliação tem de ser sério, justo e rigoroso.
– A FNE vai entregar à ministra uma proposta de modelo de avaliação?
– Vamos entregar três documentos. Uma proposta de estrutura de carreira, uma proposta de modelo de avaliação e um roteiro para a legislatura. Mas consideramos esta reunião um ponto de partida e não de chegada.
– Mas é uma reunião decisiva?
– A atitude do ME vai ficar marcada por o que disser amanhã [hoje]".

Correio da Manhã

domingo, novembro 08, 2009

Sondagem: Maioria defende suspensão da avaliação de professores

"A maioria dos portugueses defende a suspensão do actual modelo de avaliação de professores, apesar do estado de graça à volta da nova ministra da Educação, indica a sondagem.
Quase dois terços dos inquiridos, 64,2% considera que Isabel Alçada é um bom nome para pacificar a pasta da Educação, onde a grande polémica tem sido a avaliação de professores.
A questão é já considerada o maior teste que o novo Governo minoritário vai enfrentar no início desta legislatura no Parlamento, onde todos os partidos da oposição estão contra o actual regime.
Esta posição encontra eco na maioria dos Portugueses. 59,4% defendem a suspensão da avaliação dos professores até se encontrar um novo modelo, contra apenas 24,1% que, pelo contrário, considera que tudo devia ficar como está".

Rádio Renascença

Educação vai estar entregue a Sócrates

"Correio da Manhã – A reunião da Fenprof com a ministra da Educação Isabel Alçada está marcada para terça-feira. Já está definida qual a agenda?
Mário Nogueira – Sim. Será para debater o Estatuto da Carreira Docente e o modelo de avaliação de desempenho. Tendo em conta que é a primeira reunião a agenda é estreita. Pensámos que fosse uma agenda mais larga, com discussão dos grandes temas da Educação.
– Com que expectativas parte para a reunião?
– Os primeiros sinais não são positivos como as declarações de intransigência do ministro dos Assuntos Parlamentares [Jorge Lacão] ou do primeiro-ministro, indicando que o Governo quer manter as mesmas políticas educativas.
– Há mais sinais negativos?
– Sim, como a nova equipa do Ministério da Educação ter pouco peso político e, portanto, pouco espaço para introduzir mudanças, o que significa que a Educação vai estar entregue ao gabinete do primeiro-ministro José Sócrates, que vai tentar prosseguir as políticas de Maria de Lurdes Rodrigues.
– A nova ministra já foi professora e conhece bem o meio. Isso é uma vantagem?
– É um aspecto positivo. Mas por conhecer bem o ensino, por conhecer os motivos dos protestos dos professores e quais os principais problemas tem responsabilidades maiores.
– Quais as principais reivindicações da Fenprof?
– A questão central é rever o Estatuto da Carreira Docente e dentro dele acabar com a divisão da carreira entre professores titulares e não titulares e substituir o actual modelo de avaliação. Estamos confiantes porque o Governo está isolado.
– A Fenprof pondera voltar às manifestações de rua?
– Quanto ao plano de acção vamos esperar para ver. Os sinais que nos chegam não são positivos, mas às vezes há surpresas".

Correio da Manhã

Todos os professores devem ser avaliados

"A Fenprof exigiu ontem que todos os professores sejam avaliados neste primeiro ciclo avaliativo de dois anos, que termina em Dezembro, mas pretende que as classificações de Muito Bom e Excelente não tenham qualquer efeito. Este foi um dos pontos da resolução aprovada ontem no Conselho Nacional da Fenprof, que reage assim à posição assumida pelo primeiro-ministro, quando afirmou que suspender a avaliação seria “deitar para o lixo todo o trabalho das escolas”. Nogueira esclareceu que a Fenprof quer é que este modelo não seja aplicado no segundo ciclo avaliativo, nos anos civis de 2010 e 2011.
“Ninguém quer que se suspenda o que foi feito. O primeiro-ministro diz que 48 mil professores já foram avaliados. Pois nós exigimos que sejam avaliados todos os cerca de 150 mil professores e educadores, mesmo os que não entregaram os objectivos. Queremos é que não se inicie o segundo ciclo avaliativo com este modelo”, afirmou Nogueira, frisando que na “esmagadora maioria das escolas todos os professores são avaliados e os que não foram por não ter entregue objectivos estão a ser alvo de discriminação à luz da Constituição”.
Nogueira exige ainda que as notas de Muito Bom ou Excelente não permitam subir nas listas graduadas para concurso. A Fenprof reúne-se, terça-feira, com a ministra da Educação Isabel Alçada, mas Nogueira está pessimista, considerando existirem “sinais negativos"".

Correio da Manhã

sábado, novembro 07, 2009

Ministra da Educação começa negociações com sindicatos

"Para a ronda negocial com o Governo, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, já disse o que estará em cima da mesa. "Iremos colocar logo à cabeça um processo de revisão do estatuto para que, entre outros objectivos, seja alcançado o fim da divisão da carreira docente e a substituição deste modelo de avaliação por um que efectivamente seja sério e justo", afirmou Mário Nogueira".

Público

sexta-feira, novembro 06, 2009

Estudantes dinamarqueses vão poder consultar a Internet durante os exames

"Na Dinamarca, os estudantes finalistas do ensino secundário vão poder consultar a Internet durante os seus exames finais. A medida foi autorizada pelo Governo e o sentimento geral é de que os alunos são suficientemente sérios para poderem usufruir desta medida sem copiarem. Os chats e a troca de e-mails durante o exame estão, obviamente, proibidos".

Público

Sexualidade mal ensinada é prejudicial

"O sexólogo Nuno Monteiro Pereira alertou ontem que a educação sexual mal ensinada nas escolas pode ser prejudicial para as crianças, defendendo que os educadores têm de estar "perfeitamente à vontade" com a sua sexualidade para não transmitirem ideias erradas. "A educação sexual nas escolas é importante, mas também é questionável", disse o especialista, a propósito das V Jornadas de Sexologia da Universidade Lusófona, em Lisboa.
Para o clínico, o facto de se falar muito de sexo não significa que se saiba de sexualidade. "Determinar por decreto que se passa a ensinar sexualidade pode ser arriscado", afirmou, justificando que "há tantas nuances que, se a educação sexual não for muito bem feita, pode ser contraproducente". Nuno Monteiro Pereira considera que a escolha dos educadores é essencial, pois "têm de estar perfeitamente à vontade, para não induzirem em erro as suas próprias insuficiências e dificuldades"".
Correio da Manhã

quinta-feira, novembro 05, 2009

E a ministra da educação ainda não disse uma palavra

Já todos percebemos que esta questão da avaliação de desempenho e do estatuto da carreira da educação irá cair numa querela jurídica que não saberemos como vai terminar. Enquanto isso, as escolas e os professores vão definhando.

quarta-feira, novembro 04, 2009

Antigo ministro defende resposta consensual na avaliação de professores

O antigo ministro da Educação Júlio Pedrosa considera, sobre a avaliação dos professores, ser necessário construir uma base de consenso a partir dos aspectos em que todos os partidos concordam. A suspensão deste modelo prende-se com simples questão de linguagem, defende.
«Seria um serviço ao país encontrar modos de construir uma base de consenso», disse, em declarações à TSF. O actual sistema tem «fragilidades» e necessita de ser corrigido – nisto estão todos os partidos de acordo e podem mesmo começar por aí, considera Júlio Pedrosa.
«É evidente que existe outras políticas e os diferentes partidos têm diferentes respostas e soluções, mas há momentos nas histórias dos países em que o que deve ser preocupação prioritária é construir soluções», concluiu o antigo ministro do Governo de António Guterres.

Avaliação de professores divide bancada PS e Governo

"A intransigência do Governo em manter em vigor o actual regime de avaliação dos professores até que seja negociado um novo criou mal estar na direcção da bancada do PS. Francisco Assis não entende a estratégia governamental e deixou-o claro. Dizendo que se "exige" ao Executivo que diga "o que quer fazer" porque "nada será possível sem o mínimo consenso"".

DN

terça-feira, novembro 03, 2009

O governo PS comporta-se como tivesse maioria absoluta

Contrariando a posição de Jorge Lacão, hoje em declarações à TSF, que disse que suspender o modelo de avaliação de desempenho de professores está fora de questão, os partidos da oposição respondem no mesmo tom ao ministro dos Assuntos Parlamentares: sem a suspensão do actual modelo não é possível escrever outro.
Não deixa de ser curioso e ao mesmo tempo lamentável o silêncio da ministra Isabel Alçada. A ideia que fica é que a ministra não manda rigorosamente nada. Sócrates dará as ordens e a ministra irá aplicá-las, independentemente da sua opinião sobre a matéria. Ou muito me engano ou vamos ter um pau mandado à frente dos destinos da Educação.

Tal como seria de esperar

O Programa do novo governo socialista não deixa margem para dúvidas: avaliação de desempenho dos professores é para manter assim como o ECD.

domingo, novembro 01, 2009

Quem resgata a avaliação autoritária?

"Está na ordem do dia a avaliação de professores e professoras e o Estatuto da Carreira Docente, que os dividiu em categorias de primeira e segunda. Só podia ser assim, depois de quatro anos de estragos nas escolas e dos maiores protestos profissionais de sempre. Mas há sombras sobre os espíritos optimistas.
A Ministra da Educação mantém o silêncio quando as escolas precisam de respostas hoje. Temos um secretário de Estado, vindo do Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação, que foi braço direito de Maria de Lurdes Rodrigues - a quem terá dado os números do carimbo "faltosos" colocado na testa dos professores - com ela comungando de idêntico carinho pela classe.
O novo líder parlamentar do PS, Francisco Assis, garante que o governo tomará as rédeas da avaliação dos professores e do Estatuto da Carreira Docente e que o papel dos demais partidos é vir ao debate das suas propostas. Mas as notícias mais frescas garantem o contrário: há um negócio sob a mesa entre o CDS e o PS para definir o novo modelo de avaliação dos professores.
Paulo Portas, sorridente, garante que não quer professores a espiarem-se entre si e que a avaliação está, para o CDS, centrada nos Conselhos Pedagógicos. Mas sabe-se bem o que o CDS sempre defendeu: que os directores devem determinar todo o processo. Se assim for, não se vira a página de Maria de Lurdes Rodrigues. É a sua obra que se completa, em glória.
É preciso decência, o que exige um sistema de avaliação que credibilize o trabalho das escolas e dos professores, pensado para o maior desafio da escola pública: o direito de todos e todas ao sucesso com qualidade.
Se ainda puder haver debate em vez de negócio, ele deverá responder às duas perguntas que interessam: a avaliação de professores deve ser feita exclusivamente dentro das escolas ou deve vir de dentro e de fora, incluindo mecanismos externos que a tornem mais isenta e preventiva de danos dos poderes locais? O desempenho individual dos professores e professoras esgota o modelo ou, pelo contrário, a avaliação deve integrar as escolas, os seus diferentes órgãos e o desempenho dos professores, no reconhecimento de que cada professor o é no seu contexto e de que cada escola é uma realidade?"

Cecília Honório
Esquerda. net

sexta-feira, outubro 30, 2009

Santana Castilho sem papas na língua

Público

CDS/PP e sindicatos encontram "convergências" no que querem para a avaliação

"À saída da reunião com dirigentes do CDS-PP, o secretário-geral da Fenprof, Mário Nogueira, mostrou-se satisfeito com as propostas dos centristas para resolver o impasse na Educação: "No plano dos princípios, há uma convergência grande", afirmou, nomeando um conjunto de aspectos em que há acordo. É o caso do fim da divisão da carreira entre professor e professor titular, da rejeição de "ajustamentos" ao sistema em vigor e da substituição do actual modelo por outro. Nesse novo modelo, Mário Nogueira defendeu a existência de um corpo de professores mais dedicados à avaliação e a existência de avaliação apenas quando os docentes estão prestes a mudar de escalão. Pontos que estão no guião do CDS-PP para elaborar os projectos de lei sobre o assunto, que deverão ser apresentados à Assembleia da República (AR) na próxima quarta-feira.

"Bastantes convergências" foi também a resposta do líder do CDS-PP, Paulo Portas, quando questionado sobre as "pontes" entre as propostas do partido e as da Fenprof. "Lembro que a Fenprof está entre os sindicatos que subscreveram a avaliação que vigora no ensino particular e cooperativo, onde o partido se inspira. É natural que possa haver convergências", disse Portas.

O modelo de avaliação de desempenho defendido pelo CDS-PP baseia-se na auto-avaliação do professor, que é entregue no final do ano lectivo para não prejudicar o curso das aulas; a nota tem de ser dada até ao início do ano escolar seguinte. A única autoridade para avaliar será o conselho pedagógico, já que" o actual modelo pôs os professores a espiar-se uns aos outros", criticou Portas. Entre os princípios defendidos pelo CDS-PP está também a criação de um sistema de arbitragem a que o docente possa recorrer no caso de não concordar com a nota".

Público

quinta-feira, outubro 29, 2009

Presidente do Conselho das Escolas não quer que o modelo de avaliação de professores seja suspenso

O presidente do Conselho das Escolas, Álvaro Almeida Santos, acredita que os directores estão a cumprir a lei e que este não é o momento para “suspender o modelo e deixar um vazio – até porque sem avaliação não há progressão”.

Comentário - A este só me apetece insultá-lo.

O lobby das Ciências da Educação não desgruda

João Trocado da Mata
Alexandre Ventura

Os dois secretários de estados nomeados para a Educação não auguram nada de bom. Um deles, Alexandre Ventura, era o presidente da CCAP (Conselho Científico da Avaliação de Professores) e um indefectível apoiante das políticas educativas do anterior governo. O outro, é mais um sociólogo e foi o coordenador do Plano Tecnológico da Educação. Ou seja, dois socratinos fiéis seguidores do seu dono. Com gente desta, cheira-me que no essencial tudo vai ficar na mesma. A derradeira esperança reside nos partidos da oposição: ou eles põem cobro a esta balbúrdia, ou teremos a Educação em caminhada acelerada rumo ao abismo.

CDS/PP recebe hoje sindicatos de professores

"O CDS-PP recebe hoje Fenprof e FNE. Antes de entregarem, no Parlamento, o projecto sobre avaliação docente, os populares querem ouvir as duas maiores federações de professores para fazerem "possíveis adaptações"".

JN

quarta-feira, outubro 28, 2009

Fim à avaliação até sexta-feira

"A actual avaliação de desempenho dos professores tem de ser suspensa até sexta-feira, defendeu ontem a Federação Nacional dos Professores (Fenprof), justificando o pedido ao Ministério da Educação com o facto de o modelo vir a ser suspenso em breve na Assembleia da República, com o voto favorável de todos os partidos da Oposição.
Sexta-feira é o último dia previsto na lei para as escolas definirem o calendário para a aplicação do actual modelo de avaliação, iniciando-se assim o segundo ciclo avaliativo. “Se não for suspenso, vai criar um problema de organização às escolas. Quando tiverem tudo pronto, o trabalho feito vai todo para o lixo porque, entretanto, a Assembleia da República já estará organizada para votar a suspensão da avaliação”, afirmou Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof, explicando: “Ainda não estão sequer constituídas as comissões parlamentares. Por isso é impossível suspender a avaliação até 30 de Outubro. Há o compromisso dos partidos de votarem favoravelmente a suspensão do actual modelo de avaliação.”
Caso o Governo não proceda à suspensão imediata da avaliação, a solução passa pelas escolas: “Apelamos que acautelem na calendarização obrigatória por lei o tempo necessário para a questão ser resolvida politicamente.”

Correio da Manhã

terça-feira, outubro 27, 2009

Os insubstituíveis

"Sou dos que estão de acordo com a prioridade dos deputados na vacinação contra a gripe H1N1, ao lado dos profissionais de saúde "dificilmente substituíveis", e os do INEM, do Instituto do Sangue ou da Linha Saúde 24.
Como nos naufrágios, primeiro os deputados, depois as mulheres e as crianças. Precisamos, de facto, dos deputados como de pão para a boca. Se eles calhassem de apanhar a gripe, o país pararia; sem as suas intervenções antes, depois e durante a Ordem do Dia, não saberíamos que fazer nem que pensar; sem as suas votações levantando-se e sentando-se disciplinadamente às ordens das direcções partidárias, seria o caos no país e nas consciências; e sem o Canal Parlamento a vida perderia sentido. Parafraseando Brecht, sem os deputados "o trigo cresceria para baixo em vez de crescer para cima (…)/ E atrever-se-ia o Sol a nascer/ sem [sua] autorização"? Não entendo, por isso, os que defendem que os doentes crónicos e de risco deveriam ser vacinados primeiro que os deputados. Doentes é o que mais há e, se morrerem, podem substituir-se com facilidade. E ainda se poupará em despesas de saúde".

Manuel António Pina
JN

domingo, outubro 25, 2009

Sócrates não vai dar o braço a torcer

A TSF avança que José Sócrates está determinado em manter o actual modelo de avaliação de professores. A justificação prende-se com o facto de cerca de 50% dos professores já terem sido submetidos ao processo de avaliação.

Cheira-me a mais do mesmo

As duas frases iniciais do discurso parecem-me significativas. Os professores não se iludam porque o que esta senhora irá fazer será exactamente aquilo que José Sócrates quiser que ela faça. E o que José Sócrates pensa dos professores já nós sabemos há muito tempo. Foi uma legislatura inteira a "levar" com o seu pensamento.

CDS pode ser peça-chave para avaliação dos professores

"A avaliação dos professores será dos primeiros temas na agenda política da nova legislatura. O PS busca uma solução e o CDS pode fornecê-la, através de um projecto que apresentou na legislatura passada e que quer voltar a agendar: aplicar ao sistema público o regime legal que já vigora no sistema particular e cooperativo".

DN