sexta-feira, janeiro 08, 2010
O reposicionamento na nova carreira
Sindicatos chegam a acordo com ME
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Os professores querem sempre mais e mais
Mas os sindicatos querem mais. Para eles, é inaceitável que haja uma selecção no topo da carreira e que nem todos os professores possam lá chegar. Note-se que a proposta da ministra já garante que os professores que obtenham a classificação de Excelente ou de Muito Bom atingem mesmo o topo da carreira. Os sindicatos reclamam o mesmo para quem tiver Bom, com vaga ou sem ela.
Francisco Sarsfield Cabral
terça-feira, janeiro 05, 2010
Portugueses no Luxemburgo são os campeões do abandono escolar
segunda-feira, janeiro 04, 2010
A prioridade da escola
Os sindicatos já avisaram que não abdicam da progressão na carreira para quem tem ‘Bom’, enquanto o Governo insiste nas quotas para a promoção dos docentes. A guerra da avaliação é a que tem gasto mais energias ao Ministério e aos docentes nos últimos anos, mas não é o assunto mais importante da Educação. A questão fundamental é a qualidade do ensino. Em vez de promoverem a excelência e o rigor, as escolas trabalham para as estatísticas oficiais do Ministério.
Contou-me uma professora que numa escola EBI que tem recebido prémios públicos pelo sucesso alcançado há vários anos nenhum aluno fica retido. Por causa deste ‘sucesso’, a que não é alheia a pressão do conselho executivo para os alunos com mais dificuldades passarem de ano, há adolescentes no 9º ano que têm dificuldade em ler um simples texto.
E garante a docente que esta obsessão estatística, produtora de analfabetos, não é exclusiva dessa escola. Provavelmente há inúmeros casos destes um pouco por todo o País.
A prioridade do Ministério deveria ser a real qualidade do ensino. E nesta prioridade os professores não devem ser os inimigos, têm de fazer parte da solução".
Armando Esteves Pereira
domingo, janeiro 03, 2010
Os professores, outra vez
Lembrei-me de Maria de Lurdes Rodrigues ao ver a reacção sindical à mais recente proposta do Ministério de Isabel Alçada. "Insuficiente", dizem os sindicatos. Não conhecendo Isabel Alçada, nada posso presumir sobre as expectativas que ela e o Governo tinham com o documento que levaram à mesa das negociações. Mas conhecendo o que Lurdes Rodrigues fez no mesmo Ministério acredito que ela, se por acaso ainda não desligou destes problemas, deverá ter adivinhado este desenlace. E os próximos também.
Desta vez, o que os professores vão dizendo, depois dos elogios que fizeram à abertura da nova equipa governamental, que permitiu a reposição de um clima negocial, é que são precisas "muitas alterações" à proposta. Em foco está sobretudo o caso dos professores classificados com "Bom" (aposto que a maioria) que, segundo a proposta governamental, só têm progressão assegurada depois dos "Muito Bom" e "Excelentes", e não automaticamente, como os sindicatos pensam ser devido. Quer dizer: o Governo acha que deve assegurar-se a progressão em função das classificações e das vagas existentes. É assim que os docentes avaliados com "Bom", mas que por falta de vaga não consigam aceder ao escalão seguinte, terão, promete o Governo, prioridade no ano seguinte, "imediatamente a seguir" aos que tiverem sido classificados com "Muito Bom" e "Excelente", que progridem independentemente da existência de lugar. Os representantes dos professores, sindicatos e movimentos independentes consideram que a progressão deve estar assegurada, ponto.
Os partidos estão mudos e quedos. Talvez passada a quadra festiva se saiba se a culpa continua a ser do Governo e se os partidos continuarão a apoiar a luta dos professores. Não deviam estar em silêncio. Depois do que foi dito, depois dos debates parlamentares compete a todos, Governo e Oposição, encontrar uma solução. Mas não vale a pena ter ilusões: a luta dos professores vai regressar, a menos que o Governo recue uns anos e a avaliação seja bem diferente do que está a ser proposto agora, ficando tão inútil como era então".
José Leite Pereira
sábado, janeiro 02, 2010
quarta-feira, dezembro 30, 2009
ME mantém-se intransigente e FNE não assina acordo
Público
terça-feira, dezembro 29, 2009
segunda-feira, dezembro 28, 2009
Hoje é o dia D
domingo, dezembro 27, 2009
Governo acusado de recompensar professora que apoiou avaliação
O CNE é um órgão consultivo, instituído nos anos 80 com o objectivo de ajudar o Governo a tomar decisões. Inclui dezenas de representantes de várias instituições e sete membros nomeados directamente pelo Governo (ver caixa). Entre os sete novos conselheiros, designados a 14 de Dezembro para um mandato de quatro anos, está Armandina Soares".
DN
sexta-feira, dezembro 25, 2009
Declaração do Secretário de Estado Adjunto e da Educação acerca das negociações sobre avaliação e Estatuto da Carreira Docente
"Ao longo das últimas semanas, o Ministério da Educação reuniu com as organizações sindicais representativas dos professores e educadores de infância. As reuniões, que decorreram num clima de grande elevação e cordialidade, tinham por objectivo melhorar a qualidade do serviço educativo, valorizar o trabalho dos professores e a profissão docente, e devolver a serenidade às escolas.
Neste sentido, ao longo das últimas semanas, o Ministério da Educação apresentou as suas propostas em relação a três matérias:
1. O novo Estatuto da Carreira Docente;
2. A revisão do modelo de avaliação de desempenho docente;
3. As disposições transitórias em relação aos dois pontos anteriores.
Em relação a estas três matérias, demos passos concretos no sentido da identificação e consolidação de consensos que permitam chegar a um compromisso.
Aos três documentos entregues pelo Ministério da Educação, nos quais se encontravam espelhadas as propostas do Governo, as organizações sindicais representativas dos professores e educadores de infância responderam também com propostas, por escrito, que foram por nós analisadas. Todas as questões foram, ao longo destas semanas, objecto de exposição, explicitação e negociação.
Chegados a este ponto, o Ministério da Educação comprometeu-se a, até à próxima segunda-feira, dia 28, fazer chegar às organizações sindicais uma proposta global de acordo, a qual terá em consideração as propostas que, relativamente às três matérias referidas, nos foram sendo apresentadas.
Permitam-me por fim salientar o que já foi referido anteriormente e que importa deixar perfeitamente claro: com a revisão do Estatuto da Carreira, os docentes não serão prejudicados. As propostas do Ministério da Educação contemplam a garantia de que todos os docentes verão assegurada uma situação na carreira correspondente àquela que é determinada pelo Estatuto da Carreira Docente actualmente em vigor".
Portal do Governo
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Ainda havia quem acreditasse no Pai Natal
terça-feira, dezembro 22, 2009
Fenprof quer ver contabilizados 28 meses em que as carreiras estiveram congeladas
"A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) exigiu hoje que sejam considerados para efeitos de contagem do tempo de serviço os cerca de 28 meses em que as carreiras estiveram “congeladas”, entre Agosto de 2005 e Dezembro de 2008.
Este príncipio consta de uma parecer enviado hoje pela estrutura sindical ao Ministério da Educação, a propósito da proposta da tutela sobre a transição entre a actual e a futura carreira docente.
“A Fenprof está disponível para, nesse sentido, estabelecer um período de tempo que permita a recuperação total do tempo de serviço. Um processo de faseamento que nunca deverá ser superior, em tempo, àquele que estará em recuperação”, lê-se no documento.As progressões na carreiras da Administração Pública estiveram “congeladas” entre 29 de Agosto de 2005 e 31 de Dezembro de 2008.
“A primeira progressão na carreira, após a transição, deverá fazer-se de acordo com o tempo de serviço considerado na sua totalidade” é outro dos príncipios que o sindicato quer ver garantido aquando da transição.
A Fenprof considera ainda que da extinção das categorias de professor e professor titular “deverá resultar um tratamento igual para todos os professores que, estando no mesmo índice remuneratório, independentemente da categoria, transitarão para a nova carreira”.
Público
segunda-feira, dezembro 21, 2009
Professores são os responsáveis pela indisciplina dos alunos
jornal "i"
sábado, dezembro 19, 2009
quinta-feira, dezembro 17, 2009
ME quer alterar plano de estudos do ensino básico
quarta-feira, dezembro 16, 2009
A crise nunca passa por estes senhores
Ministério da Educação não avança com acordo ortográfico no próximo ano
Público







