Público
terça-feira, fevereiro 16, 2010
A Educação dos pais determina salário dos portugueses
Público
segunda-feira, fevereiro 15, 2010
Alunos que falham aos 15 anos raramente recuperam
O Youth In Transition Survey (YITS) - ou Inquérito à Juventude em Transição - consistiu no acompanhamento, ao longo de uma década, de 30 mil jovens que tinham participado no Programme for International Student Assessment (PISA), em 2000.
O PISA consiste num conjunto de testes internacionais destinados a jovens de 15 anos dos países da OCDE, onde são avaliadas competências ao nível do domínio da leitura na língua materna, matemática e ciências.
Portugal também participa nessas provas desde a primeira edição, figurando sistematicamente abaixo da média (ver texto secundário).
As provas ordenam os alunos por cinco níveis de desempe- nho. E foram estas diferentes competências que, através de inqué- ritos bienais, os investigadores canadianos viram reflectidas no percurso dos jovens até aos 25 anos.
O relatório, intitulado "Caminhos para o Sucesso - Como os conhecimentos e competências aos 15 anos influenciam vidas futuras no Canadá", demonstrou, desde logo, uma relação directa entre os resultados do PISA e o ingresso no ensino superior.
Os alunos com desempenho de nível máximo (5) tinham 20 vezes mais probabilidades de chegar às universidades do que os na cauda da tabela (nível 1). O ingresso nas collegges - termo que no Canadá se refere a um ensino superior mais profissionalizante, comparável aos nossos politécnicos - foi a solução mais frequente para alunos que tinham atingido um nível intermédio (3).
Já para estudantes de nível baixo, o cenário mais frequen-te era o abandono precoce ou o fim dos estudos ao fim de 12 anos.
No ingresso no mercado de trabalho as diferenças também eram notórias, apesar de aqui o factor género acabar por desequilibrar mais (a favor dos homens) do que o desempenho.
Aos 21 anos, as mulheres de nível alto que já tinham algum trabalho recebiam, em média, mais 13% à hora do que as mais fracas. Entre os homens, a diferença dos melhores para os restantes era de 5%.
Já ao nível do desemprego, 14% dos homens com pior desempenho no PISA revelavam estar sem trabalho, contra 8% dos melhores. No sexo feminino, o impacto era menor: respectivamente 12% e 8%.
De referir que - ao contrário do que sucede com Portugal, sistematicamente classificado abaixo da média da OCDE - os alunos canadianos têm tradicionalmente um desempenho global elevado nos testes PISA.
De resto, dos alunos avaliados pelo estudo em 2000, apenas 25% estavam fora do ensino aos 21 anos sem alguma qualificação superior".
DN
Chefe, mas pouco
Os partidos da oposição obviamente que não vão apresentar qualquer moção de censura ao Governo do senhor presidente relativo do Conselho, o chefe. E o senhor Presidente da República, preocupado com o desemprego, o défice, a dívida pública, o endividamento externo e as agências de rating, obviamente que não vai demitir o senhor presidente relativo do Conselho, o chefe de um bando de incompetentes que andou por aí a tentar controlar a Comunicação Social e que foi apanhado numa rede estendida pela polícia a um sucateiro manhoso, especialista em fintas ao Fisco e outros negócios escuros.
Dito isto, não se passa nada. O sítio continua como dantes miserável, deprimido, manhoso, hipócrita, corrupto, incompetente e, obviamente, cada vez mais mal frequentado. Bem podem andar por aí uns socialistas atrevidos a congeminar conspirações contra o senhor presidente relativo do Conselho, o chefe. Bem podem andar por aí algumas almas indignadas com a degradação a que isto chegou. Bem podem andar por aí umas comissões de ética a ouvir vilões e mártires sobre a liberdade de expressão e outras importantes liberdades consagradas na Constituição desta III República, herdeira de duas ditaduras de má memória. A verdade é que ninguém acredita em nada.
Da política à justiça, passando por uma economia dependente do Estado, com empresários de joelhos à espera de negócios, benefícios e subsídios. Na verdade, o único que teve algum senso nestes dias agitados e cheios de emoções foi o senhor que preside ao conselho de administração da Portugal Telecom.
O homem, embrulhado em contradições, aflito com uma memória malvada que o trai sempre que abre a boca, acabou por confessar que se sentia encornado. Na verdade, quem se deve sentir completamente encornado são os indígenas que andam a fazer pela vidinha e dependem destes encornados. Mas, no meio desta desgraça toda, importa salvar a Pátria e impedir que o chefe também nos venha dizer que se sente encornado".
António Ribeiro Ferreira
sexta-feira, fevereiro 12, 2010
Escolas decidem limite de faltas dos alunos
Os professores podem agora escolher por fazer um teste de recuperação ao aluno, pedir um trabalho extra, uma apresentação em aula ou ainda propor a frequência de aulas complementares.
O presidente do Conselho das Escolas, Álvaro dos Santos, afirmou, citado pelo Diário de Notícias, que a medida é boa, mas que é necessária “uma base de trabalho”. Tal deverá ser discutido nas próximas semanas, tendo em conta que o Ministério da Educação tinha anunciado uma revisão do Estatuto do Aluno até ao final de Março.
Chumbos por faltas regressam
"Os alunos vão voltar a poder chumbar o ano por faltas, depois de o Ministério da Educação (ME) ter anunciado ontem o fim da obrigatoriedade das provas de recuperação, no âmbito da revisão do Estatuto do Aluno. Introduzidas pela anterior ministra Maria de Lurdes Rodrigues, as provas de recuperação são aplicadas quando os alunos ultrapassam o limite de faltas. Caso sejam aprovados na prova, as faltas são retiradas. Um aluno pode assim faltar inúmeras vezes ao longo do ano e não chumbar desde que consiga ser aprovado nas provas de recuperação. O ME promete agora acabar com um dos aspectos mais contestados do Estatuto do Aluno.
Esta novidade foi anunciada ontem aos sindicatos de professores, como uma forma de compensação, depois de o ME não ter aceitado as alterações propostas aos horários dos docentes. Falta de dinheiro foi o motivo alegado. "O ME reconhece que os horários são desadequados mas diz que não pode mudar por razões de ordem financeira social e política", disse Mário Nogueira (Fenprof), acrescentando: "Para pagar aos BPN e BPP o Governo não pode investir na Educação e penaliza os alunos".
Nogueira anunciou, contudo, que o Governo aceitou corrigir alguns aspectos dos horários no âmbito da negociação do despacho sobre a organização do próximo ano lectivo.
O tema dos horários ficará assim de fora do Estatuto da Carreira Docente (ECD), cuja proposta de articulado final será apresentada hoje aos sindicatos, devendo respeitar o estabelecido no histórico acordo de princípios de 7 de Janeiro. No dia 20, ME e sindicatos voltam a reunir-se para debater o articulado final. A Fenprof insurgiu-se ainda contra indicações dadas às escolas pelo ME para avaliar com base no simplex os docentes contratados, os que mudem de escalão este ano e os que foram avaliados abaixo de Bom. "Um professor que muda de escalão em Janeiro pode ser aumentado só no final do ano".
Correio da Manhã
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Fenprof: ronda negocial sobre horários foi uma "frustração"
Público
segunda-feira, fevereiro 08, 2010
Internet: alunos plagiam cada vez mais para trabalhos escolares
Público
Aumenta número de pais que não pagam os colégios privados
"Colégios a pedir empréstimos bancários para poder gerir as dívidas contraídas pelos pais que não pagam as propinas dos filhos ou externatos a enfrentar prejuízos de milhares de euros por causa dos atrasos sistemáticos nos pagamentos das mensalidades. Estes são os efeitos da crise a atingir os casais com filhos no ensino privado que, mesmo assim, tentam evitar a todo o custo transferir as crianças para as escolas públicas.
"São as instituições afastadas dos grandes centros urbanos que mais têm sido prejudicados com esta recessão económica", diz João Alvarenga, presidente da Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo (AEEP). No colégio de São Mamede, no concelho de Batalha, as dificuldades já se arrastam desde 2008, mas foi sobretudo neste ano lectivo que se agudizaram. "Neste momento, cerca de 30% das famílias não conseguem pagar as propinas ou atrasam os pagamentos", explica Manuel António Madama, director da instituição que acolhe 355 alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo do ensino básico. Mudar o estilo de vida e reorganizar os hábitos de consumo - as famílias fazem tudo menos poupar na educação das crianças. Desemprego ou quebra de rendimentos, nada disso tem força suficiente para os pais tirarem os filhos do ensino privado. É opção para levar até ao fim, mesmo que implique esticar ao limite o esforço financeiro que é feito tanto pelas famílias como pelas instituições particulares.
O Colégio de São Mamede manteve o valor das propinas em 250 euros, mas a medida continua insuficiente para ajudar os encarregados de educação com dificuldades económicas: "Fazemos tudo para as crianças continuarem no instituto pois seria muito doloroso dizer aos pais que os seus filhos teriam de deixar o colégio por eles não terem dinheiro." Fazer tudo, neste caso, passa por recorrer à banca para pagar salários e despesas com a manutenção do estabelecimento de ensino: "Há casos em que as dívidas ultrapassam os quatro mil euros e sabemos que, em algumas destas situações, os encarregados de educação não irão nunca saldar essa dívida.
"As famílias tentam manter o sigilo sobre a sua situação financeira, até porque é uma experiência recente que esperam poder vir a ultrapassar num curto espaço de tempo: "Estamos a falar de casais que não tinham dificuldades económicas, mas foram surpreendidas pelo desemprego e que, mesmo assim, estão dispostos a fazer enormes sacrifícios para não retirar as crianças da instituição", conta Ana Maria Costa, directora do externato Santa Margarida, em Gondomar. As dificuldades estendem-se a 12 famílias, que deixaram de pagar as propinas, enquanto que em 30% dos casos há atrasos sistemáticos no pagamento das mensalidades de um estabelecimento de ensino que conta com 200 crianças.
No Colégio Cinco Dias Felizes, em Azeitão, os casos de incumprimento não ultrapassam os 10% e devem-se mais à dificuldade das famílias em gerir as finanças pessoais do que ao desemprego: "Boa parte dos pais são empresários habituados a um estilo de vida bastante razoável mas que tiveram também eles de lidar com os atrasos no pagamento dos seus fornecedores, diz a directora do colégio Vera Borges, acrescentado que a solução passou por renegociar os planos de pagamento mais faseados.
O Externato AEIOU, em Chaves, o Jardim de Infância de Santo António, em Caminha, ou o Externato Maria Droste, em Ermesinde são outros exemplos no ensino privado que atravessam dificuldades semelhantes. Os pais optam por cortar nas actividades extracurriculares, por estender os prazos de pagamento das propinas, mas sair do ensino privado está fora de questão. "Há muita vontade em querer ter as crianças no ensino privado e muita dificuldade em conseguir arcar com as despesas que uma decisão destas implica", remata Olinda Magalhães, directora do Jardim-de-infância de Santo António".
domingo, fevereiro 07, 2010
Simplex prolongado para avaliações urgentes de professores
O Ministério da Educação confirmou ontem ao DN estar a dar orientações "a todas as escolas" para que continuem a aplicar o modelo simplificado de avaliação de professores, mas apenas nas situações mais urgentes. Ou seja: os professores contratados; profissionais que precisam de uma avaliação intercalar; e para a confirmação ou anulação dos efeitos das notas negativas recebidas no biénio 2007-09.
Estas indicações são válidas até à entrada em vigor do novo modelo de avaliação, que vai resultar do acordo de princípio assinado em Janeiro entre a ministra, Isabel Alçada, e oito estruturas sindicais.
No caso dos contratados, a nota do Simplex servirá para desbloquear situações como renovação de contratos, participação em concursos e candidatura aos quadros. Para os professores que precisam da avaliação intercalar, está em causa a subida de escalão, que poderia ser atrasada se o novo regime demorasse a entrar em vigor.
Menos pacífica poderá ser a questão dos professores que tiveram notas negativas (regular ou insuficiente), já que acabará por ser o Simplex - pensado apenas para o ciclo de avaliação que acabou em Dezembro - a confimar ou não os seus desempenhos.
As consequências destas notas - suspensas no ano passado - podem implicar a saída da profissão.
Em todo o caso, a solução parece ser aceitável para os sindicatos: "Não conhecia essa orientação, mas à partida não me parece que mereça objecções", disse ao DN António Avelãs, do Sindicato dos Professores da Grande Lisboa (SGPL), da Fenprof.
Para o sindicalista, esta pode ser uma oportunidade para estes professores verem rectificada a sua nota, "o que lhes permitirá progredir na carreira". E uma vez que "era difícil ter estas avaliações" no modelo simplificado, quem as repetir "talvez deva, de facto, pensar num novo rumo profissional".
Segundo dados provisórios de Novembro do ano passado, apenas 0,2% dos professores avaliados - no máximo uns 7500 - tiveram notas de irregular ou insuficiente.
Por outro lado, a solução permite também esclarecer escolas que, à falta de orientações, estavam a aplicar o Simplex a todos os seus profissionais".
DN
sábado, fevereiro 06, 2010
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
Professores do ensino básico deviam ser os mais bem pagos
“Acho que (os professores do ensino básico) devem ser os mais bem pagos e reconhecidos socialmente porque são aqueles que verdadeiramente, num estado elementar, substituem os pais na educação dos filhos”, afirmou Artur Santos Silva durante uma conferência sobre ‘A Educação na I República’ que decorreu hoje, no Porto, no âmbito das comemorações do centenário da República.
O banqueiro sustentou que “um aluno que ao fim de cinco anos de educação básica não tem os conhecimentos importantes para um bom aproveitamento no secundário e superior, não mais consegue lá chegar”, razão pela qual é fundamental “formar muito bons professores do básico” e “escolher só os que tenham grandes aptidões naturais”.
No âmbito das políticas educativas, Santos Silva salientou também que uma maior exigência a esse nível deve ser “a grande prioridade nacional” e que “toda a sociedade se tem de sentir muito mais envolvida”, congregando pais, professores, alunos e políticos".
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
quarta-feira, fevereiro 03, 2010
O país tem de baixar salários para ser mais competitivo
"O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, repetiu ontem a sua fórmula favorita para tirar Portugal da crise: o país tem de baixar salários para ser mais competitivo. A par de possíveis subidas de impostos e cortes nas pensões, o esmagamento salarial é encarado como uma das vias para impulsionar as exportações e limitar o endividamento recorde da economia. A proposta colhe pouco e sempre gerou muita polémica pois Portugal é, há vários anos, o país europeu com maior peso dos salários na riqueza produzida.
De acordo com dados da Comissão Europeia, os salários pagos (despesa dos empregadores com trabalhadores) representaram em média na última década 72% do produto interno bruto, o nível mais elevado da Europa. Isto acontece pois a economia assenta em actividades pouco sofisticadas e produtivas, intensivas em mão-de-obra menos qualificada.
Vários economistas dizem que existem outros factores que complicam a passagem à prática de tal medida: a desigualdade salarial é elevada, os níveis de precariedade também e há pouco consenso político para a levar a cabo. O preço a pagar? Pode ser caro, dizem alguns. No limite, Portugal - que há muitos anos gasta mais do que produz e vai preenchendo esse buraco com mais endividamento - pode entrar em bancarrota e ter de sair do euro.
Há vários anos que Blanchard, economista do Massachusetts Institute of Technology (MIT), segue de perto a economia portuguesa. Em 2006 publicou o artigo "Ajustamento ao euro. O difícil caso de Portugal", no qual sugeria que a economia teria de abraçar uma redução salarial nominal significativa (sem contar com a inflação) e que esta deveria ir até aos 10% ou mais. Recomendava que Portugal se especializasse no turismo sénior e serviços de saúde para idosos ricos, em vez das altas tecnologias. Ideias que foram recebidas com frieza pelo governo socialista e pelo governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio. Quatro anos depois e em plena crise de desemprego, o tema regressa.
"A moderação salarial é importante, mas é apenas um elemento entre os muitos que contam para a produtividade", afirma Eduardo Catroga, ex-ministro das Finanças. "Cortar nos salários dessa maneira é apenas uma aspirina, só alivia temporariamente." Admite que moderação, sim, mas "o melhor é evitar grandes quebras de poder de compra. E lembra que "ainda há muita coisa a fazer" para recuperar a competitividade perdida. "Melhorar as instituições públicas e as estratégias empresariais", por exemplo.
João Ferreira do Amaral, do ISEG, recusa a proposta de Blanchard porque "descer salários na economia não discrimina" entre as actividades que exportam e precisam dessa desvalorização, e as outras, o que pode gerar problemas graves na procura interna.
Já Luís Mira Amaral, ex-ministro do Trabalho, subscreve "na íntegra" a tese do economista-chefe do FMI. "O preço a pagar é alto, mas é melhor haver mais desemprego com pessoas a ganhar zero ou haver emprego com pessoas a ganhar menos?", questiona. O economista escolhe a última opção".
jornal i
terça-feira, fevereiro 02, 2010
Médicos exigem excepções nas quotas como os professores
DN
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Professores pedem revisão urgente do Estatuto do Aluno
Público
domingo, janeiro 31, 2010
sexta-feira, janeiro 29, 2010
O bom aluno
Aos poucos ganhou o gosto à coisa e o actor acabou por se transformar na personagem. Só um "político competente", e não um "técnico competente", teria, sem corar, previsto para 2009 um défice de 2,2% e, depois, perante os factos, corrigir o tiro para 5% para, no final do ano, o corrigir de novo para 8,7% e, uns dias depois, no momento da apresentação do OE, o recorrigir ainda mais uma vez para 9,3%, disparando culpas em todas as direcções, da crise internacional às agências de "rating" (faltou o aquecimento global). Agora, Teixeira dos Santos diz-se "disposto a abdicar de parte do seu salário, se for necessário". Entretanto, e para já, vai "abdicando" dos salários alheios. Ninguém pode acusá-lo de que não aprende depressa".
Manuel António Pina
quinta-feira, janeiro 28, 2010
terça-feira, janeiro 26, 2010
PSD e CDS inviabilizam o fim das quotas na avaliação dos professores
"Sem ouvir os sindicatos, é prematuro tomar posição", admitiu o deputado. "Mas, à partida, não faz sentido o Parlamento estar a refazer o acordo, quando o que se pretendia era que a Assembleia fosse uma plataforma de recurso a esse nível", defendeu, acrescentando que este foi um entendimento "assinado livremente".
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Parlamento vai discutir quotas da avaliação
DN
domingo, janeiro 24, 2010
FENPROF valoriza acordo com Ministério da Educação e prepara novas propostas
O secretariado nacional fez uma avaliação positiva do processo negocial em curso relativamente à carreira docente, cuja primeira fase culminou na madrugada de 07 para 08 de Janeiro com a assinatura de um acordo de princípios, anunciou hoje a FENPROF, em comunicado.
Segundo a estrutura sindical "é opinião generalizada entre os professores que o acordo é extremamente importante", não só por eliminar a divisão dos docentes em duas categorias (professor e professor titular), mas também por perspectivar uma faseada valorização da carreira e abrir caminho a outras alterações relacionadas com a prova de ingresso na profissão e os horários de trabalho".
Lusa
sexta-feira, janeiro 22, 2010
Estatuto do Aluno muda faltas
"O Ministério da Educação está a trabalhar na revisão do Estatuto do Aluno para que ele melhor corresponda às necessidades de funcionamento das escolas", anunciou ontem, à saída de uma reunião com a Plataforma Nacional das Associações de Estudantes do Ensino Básico, o secretário de Estado Alexandre Ventura.
Segundo Catarina Sequeira, daquela Plataforma Nacional, as escolas interpretam de forma diferente o que são faltas injustificadas e justificadas. "Faltar por motivo de doença ou porque está um belo dia de sol continua a ser igual em algumas escolas que obrigam à realização da prova da recuperação", afirmou a porta-voz".
Correio da Manhã
quinta-feira, janeiro 21, 2010
Sindicatos pretendem redução no horário de trabalho dos professores
João Dias da Silva – Na questão dos horários defendemos uma distinção clara entre a componente lectiva e não lectiva. É necessário acabar com reuniões redundantes e o excesso de burocracia. Pedimos respeito pelos limites de tempo no trabalho dos professores.
– Defende então uma redução do tempo de trabalho?
– Não. É necessário, sim, acabar com reuniões sem qualquer relevância e no excesso de preenchimento de papéis. É preciso apostar na qualidade do trabalho de relação directa com o aluno.
– O Ministério demonstrou abertura às vossas pretensões?
– Não fez intervenções à nossa exposição, ficando acordado na próxima semana formalizarmos as propostas.
– Serão abordados pontos exteriores ao estatuto?
– Em relação aos trabalhadores não docentes recusamos que uma parte do trabalho seja, por exemplo, em serviços camarários".
Correio da Manhã
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Sindicatos e Ministério reúnem-se hoje para discutir horários dos professores
Os dois principais sindicatos de professores exigem ao Governo uma redefinição dos conteúdos das componentes lectiva e não lectiva, de forma a evitar "distorções" nos horários e o "cansaço" ao fim de apenas dois meses de aulas.






