quinta-feira, novembro 27, 2014

segunda-feira, novembro 24, 2014

Nuno Crato, o experimentalista


Filomena Mónica
Expresso

quinta-feira, novembro 20, 2014

Bandalhos, são todos uns bandalhos

"Fiquei boaquiaberto quando ouvi, mas se tivesse pensado bem não teria ficado assim tanto. José Lello do PS e Coito dos Santos do PSD vão propor na Assembleia da República a reposição da subvenção vitalícia dos deputados. E pelo que tem vindo a público, os respectivos grupos parlamentares já se preparam para fazer aprovar a medida.
A lei da vergonha de todos os que a assinaram em 1984 (Governo do… Bloco Central) vai ter mais um capítulo. De novo o Bloco Central dos interesses, agora os puramente pessoais, atropelando tudo o que diga respeito à ética republicana, seja lá o que isso for, à moral ou à simples dignidade humana.
Que essa gentalha tenha a coragem de propor essa medida já não me admira. Mas que um bando de centenas de energúmenos vá atrás, esquecendo tudo o que se foi aprovando nos últimos anos, é algo que me escapa. Não dos energúmenos e parasitas do PSD ou do CDS – desses espera-se tudo. Mas dos paladinos da verdade na política do PS, lembro-me assim de repente do cínico João Galamba ou da histriónica Isabel Moreira, desses – embora nada se espere  - assinala-se o facto de concordarem pela primeira vez com o PSD. Quanto a António Costa, já mostrou ao que vem, se é que ainda não se tinha percebido.
Até o PCP ficou calado. Enquanto se discutem os cortes nas pensões e nos salários, o PCP ficou calado. Calado! Será culpado por omissão, já que é fácil votar contra quando se sabe que a medida será aprovada na mesma.
Bandalhos, são todos uns bandalhos. Gente com quem tenho vergonha de partilhar a nacionalidade".

sábado, novembro 08, 2014

Por cada professor que dispensarem câmaras recebem 13 600 euros

"Proposta apresentada aos municípios que vão integrar projeto-piloto da descentralização do ensino prevê corte de até 5% dos docentes necessários
Cada professor eliminado vale 13 594,71 euros. É esta a proposta - equivalente a metade do custo anual do docente pelo índice salarial 167 - que consta da cláusula 42 da última proposta que o Ministério da Educação e Ciência enviou há duas semanas aos municípios com os quais está a negociar um projeto-piloto para a delegação de competências em matérias de educação, incluindo edifícios, parte dos currículos e recursos humanos.
A proposta de contrato foi divulgada ontem pela Federação Nacional dos professores (Fenprof), numa conferência de imprensa onde o líder desta organização sindical,Mário Nogueira, equiparou a cláusula com o"coeficiente de eficiência relativo ao pessoal docente" a "um filme de John Wayne" em que, "depois de um assalto, se discute a divisão:metade para ti e metade para mim".
Questionado pelo DN, o Ministério confirmou a proposta. Já a Câmara de Famalicão, uma das 10 autarquias envolvidas na "fase-piloto" das negociações destes contratos, avisa que não está interessada em gerir e contratar os professores".


DN

domingo, novembro 02, 2014

Mais de cinco mil professores já saltaram de escola em escola

"Desde o início do ano letivo, em meados de setembro, pelo menos 5.140 professores viram-se obrigados a trocar de escola. Em causa, escreve o Diário de Notícias (DN), estão os erros na bolsa de contratações e as mudanças obrigatórias por falta de turmas.
De acordo com a publicação, estas trocas parecem não ter fim à vista, uma vez que ainda se encontra a decorrer o prazo de 30 dias em que os últimos professores contratados podem rescindir e mudar de local de trabalho. Além disso, já começou a fase de permuta de docentes, o que irá originar uma nova onda de rotatividade.
O professor Arlindo Ferreira, do blogue Arlindovsky, fez as contas e revela que 4.360 dos professores que já andaram nesta ‘dança das cadeiras’ eram dos quadros e ficaram sem turma na escola em que agora estão colocados. Os restantes 780, escreve o jornal, são os professores que estavam colocados na primeira bolsa de contratação do Governo e que perderam o lugar, sendo, posteriormente, recolocados noutro estabelecimento de ensino.
Contudo, destaca o DN, a estes docentes devem ainda ser somados todos aqueles que, embora já colocados, quiseram trocar de escola por conseguir um horário melhor ou por ficarem mais perto de casa".

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