domingo, junho 28, 2009

sábado, junho 27, 2009

Governo tem de qualificar mil por dia para cumprir Novas Oportunidades

Aguardo com enorme curiosidade o relatório de Roberto Carneiro que lidera uma equipa que avaliará a execução do programa escolar Novas Oportunidades. Chamar "qualificação" a um programa que em nada qualifica as pessoas, e que se resume a uma mera certificação administrativa, é uma burla, uma fraude, que tem de ser desmascarada.

sexta-feira, junho 26, 2009

quinta-feira, junho 25, 2009

Ministério da Educação mantém-se intransigente

Ministério da Educação assume que acordo com sindicatos não é possível quanto à revisão do Estatuto da Carreira Docente, uma vez que "para os sindicatos tudo o que não seja a abolição das duas categorias não é valorizado".

Comentário - Não querem negociar? Tudo bem. Em Outubro, os professores darão a resposta devida à prepotência do ME.

quarta-feira, junho 24, 2009

Economia e educação: pode o Governo estar contra a nação?

Público

No mundo ideal devíamos andar contentes

"No mundo ideal devíamos andar contentes. Os técnicos do Ministério da Educação que elaboraram os exames de Matemática do 9º ano, por exemplo, acreditam nisso e gostariam que vivêssemos nesse mundo.
O mundo não está para exigências suplementares nem para construirmos a 'excelência' sobre os escombros do Ensino Básico. A Matemática lá se há de fazer. Devagar. E o Português também. E o que vier. O Ministério, coitado, enfrenta uma série de gente zangada com o mundo e que protesta sempre nesta altura dos exames. São uns chatos, uns aborrecidos.
O que importa é desenrascar, ir fazendo, ter bom aproveitamento, passar de ano, engordar a felicidade das estatísticas. Daqui a um mês, os resultados vão aparecer, luminosos e positivos. O que eles são, senhora ministra, é uns invejosos".

Francisco José Viegas
CM

terça-feira, junho 23, 2009

O que pensa a SPM sobre as provas de Matemática, realizadas hoje.

"As resoluções propostas pela Sociedade Portuguesa de Matemática (SPM) estão nas palavras subinhadas. Quanto ao que a SPM pensa sobre as mesmas...
... o exame de Matemática A "é mais razoável que a do ano anterior. Sem ser difícil, não é escandalosamente fácil". A parte sobre os números complexos estava bem concebida; sobre as questões de probabilidades as perguntas não são difíceis. A matéria de trigonometria "é tratada marginalmente". A parte de funções tem perguntas "razoáveis, mas pouco exigentes no cálculo (predominância de equações lineares)". O raciocínio dedutivo continua a estar praticamente ausente da prova.A SPM questiona a duração de prova de três horas. "Apesar de o exame não ser trivial e testar adequadamente algumas partes do programa, não nos parece ainda que, na sua globalidade, cubra bem as matérias, com o grau de exigência necessário. Um desempenho positivo nesta prova não é ainda garantia de uma preparação adequada à saída do ensino secundário e entrada no superior".
... o exame de Matemática B "não tem incorrecções científicas e contempla bem os diversos tópicos do programa", à excepção da Estatística, que apenas surge numa pergunta "trivial" (questão 2 do grupo II). "O enunciado de algumas questões é desnecessariamente complicado e palavroso: são exemplos o grupo I e o grupo IV. Neste último, à força de se tentar ser preciso, acaba-se por gerar um texto que pode confundir os alunos. A tentativa de encontrar a qualquer preço aplicações da Matemática às chamadas “questões da vida real” tem o seu expoente máximo no grupo II, formado por uma série de questões desconexas."Muitas questões são "excessivamente fáceis": o grupo I está ao nível de um 7º ano de escolaridade e o grupo V ao nível do 9º ano. Mesmo as perguntas sobre tópicos do secundário são "tão elementares que não permitem distinguir os alunos que dominam realmente bem a matéria daqueles que têm apenas os conhecimentos mínimos".

segunda-feira, junho 22, 2009

Para não variar, o exame de Matemática do 9º ano foi fácil

"A Sociedade Portuguesa de Matemática considera que o exame a esta disciplina que foi hoje realizado pelos alunos do 9º ano do ensino básico “é de novo demasiado elementar”.
“Há uma pergunta que “está ao nível do 3º ano de escolaridade” e em quase todas as questões “os conceitos são testados com exemplos demasiado elementares”. No seu parecer, a SPM indica que “grande parte da matéria do 9ºano de escolaridade não foi coberta por esta prova”.
“Não há problema algum em introduzir num exame perguntas de anos anteriores ou de grau de dificuldade baixo. O que é prejudicial é que um número exagerado de perguntas corresponde a tópicos que deveriam estar sabidos anos antes e que todas ou quase todas as perguntas tenham um grau de dificuldade muito baixo". Para a SPM, “o que exames deste tipo transmitem é a ideia de que não vale a pena estudar mais do que as partes triviais". “Tanto os jovens que prosseguem os seus estudos no Secundário como os que terminam aqui a sua escolaridade não podem concluir estar bem preparados pelo facto de conseguirem um resultado satisfatório neste exame”, frisa a SPM, que alerta para o seguinte: “uma prova demasiado elementar como esta não serve o progresso do ensino. Pelo contrário, cria precedentes difíceis de contrariar”.

Público

Comentário - Até agora ainda não ouvi ninguém dos envolvidos nos exames, sejam alunos ou professores, a dizerem que as provas têm sido difíceis. Pelo contrário. Até a Sociedade Portuguesa de Matemática e a Associação de Professores de Português têm alertado para a facilidade dos exames. É pelo caminho do facilitismo que o Ministério da Educação quer fazer progredir o ensino em Portugal. Eu prefiro dizer que é assim que estamos a criar um país de ignorantes.

Exames mais fáceis levam alunos a cancelar matrícula

"Este ano houve mais alunos do 12.º ano a cancelar a matrícula em matemática e a propor-se directamente para exame. Uma consequência da "subida de seis valores da média de notas nos últimos dois anos", diz Nuno Crato, presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática. "Muitos alunos cancelaram a matrícula porque estão convencidos que vão ter melhores notas". Estão inscritos 56 925 alunos nas provas de matemática A e B, que se realizam amanhã. Mas já hoje, 97 mil alunos do 9.º ano testam os seus conhecimentos.
A Sociedade Portuguesa de Matemática acredita que o nível das provas de matemática do 12.º deverá ser semelhante ao do ano passado. "Se tivermos o exemplo das provas de aferição realizados, podemos calcular que os exames vão manter-se muito simples", diz.
As consequências de se colocar uma fasquia mais baixa não são as melhores, garante: "nem os melhores nem os piores alunos beneficiam e depois há os que cancelam a matrícula porque sabem que não precisam de trabalhar tanto nem de ir às aulas", lamenta.
O Ministério da Educação não possuí dados sobre o número de alunos que não se matricularam. No entanto, fonte da tutela contestou que um eventual aumento se devesse ao facilitismo dos exames: "foram tomadas medidas para melhorar os resultados. Houve mais investimento no sistema, no plano de acção e uma melhoria na qualidade das provas", disse.
Também Rita Bastos, ex-presidente da Associação dos Professores de Matemática acredita que o nível dos exames do 9.º ano e do 12.º se vai manter. "Não houve grandes mudanças, por isso devem ser acessíveis". Nuno Crato refere que o grau de exigência das aulas é superior ao dos exames. "A média subiu muito e isto não corresponde a uma melhoria real e nem sequer permite compara resultados dos últimos anos", frisa.
Mesmo no 9.º ano, teme que "o facilitismo tenha vindo para ficar". No ano passado, 44,9% obtiveram nota negativa no exame do 9.º ano, muito abaixo dos 72,2% de 2007. A média da matemática A, de 12.º , subiu três valores num ano".

DN

domingo, junho 21, 2009

Educação: Sindicatos fazem balanço "muito negativo" do ano lectivo

"As duas maiores federações sindicais fazem um balanço muito negativo do ano lectivo que agora termina, enquanto a Associação Nacional de Professores afirma que não se perdeu apenas um ano nas relações dos docentes com o Governo, mas toda uma legislatura.
Em declarações à Agência Lusa, o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) faz um balanço "completamente negativo" deste ano lectivo, reprovando a actuação do Governo com uma classificação "baixissíma", nota 1 numa escala até 5.
"A grande atitude dos professores e o seu profissionalismo, apesar dos ataques e injúrias de que foram alvo, é o aspecto mais positivo do ano lectivo. Lutaram como nunca, mas mantiveram uma atitude irrepreensível de forma a que os alunos não perdessem o ano", afirmou Mário Nogueira .
Já João Dias da Silva, secretário-geral da Federação Nacional dos Sindicatos da Educação (FNE), faz um balanço "extremamente negativo" do ano lectivo, sublinhando a "mudança significativa" no clima interno das escolas.
"Deterioraram-se as relações entre as pessoas por imposição de um estatuto da carreira que não responde às necessidades das escolas. Deteriorou-se o clima de autoridade dos professores em relação aos alunos", exemplificou, atribuindo nota quatro (numa escala até 20) à forma como decorreu o ano lectivo, mas também toda a legislatura.
João Grancho, presidente da Associação Nacional de Professores (ANP) classifica o Governo com um 9,5, reconhecendo o cumprimento de alguns pontos positivos, como a requalificação do parque escolar, o alargamento da acção social escolar ou o plano tecnológico da educação.
No entanto, no relacionamento entre docentes e tutela, considera que "não se perdeu apenas um ano, mas toda a legislatura".
Para João Dias da Silva também existem aspectos positivos ao longo da legislatura, como a generalização do Inglês, a distribuição de computadores ou o redimensionamento da rede escolar, por exemplo.
No entanto, adivinha que o desafio na próxima legislatura passa por pacificar a escola e reganhar os trabalhadores docentes e não docentes, ao mesmo tempo que apela a uma "maior responsabilização dos políticos pelas decisões que tomam e pelo seu impacto".
"Se for negativo, que sofram politicamente consequências pelas suas decisões", afirmou.
Como aspectos muito negativos, Mário Nogueira destaca um ano lectivo de grandes conflitos e muito negativo para as escolas, pela implementação do novo diploma de gestão escolar, "que veio retirar autonomia aos estabelecimentos de ensino".
"Era o ano em que deveria estar implementada a escolaridade obrigatória de 12 anos e a cobertura de 100% para as crianças de cinco anos. Não está. O cumprimento deste compromisso do programa do Governo é o reconhecimento do fracasso das políticas", acrescentou".

Expresso Online

Ministério da educação faz auto-avaliação

"O Governo lançou um documento intitulado "A a Z da Educação", no qual relembra o trabalho feito e os resultados obtidos durante quatros anos de legislatura que permitiram, segundo afirma, "mais e melhor serviço público de Educação".
Em cerca de 62 duas páginas, o Ministério da Educação (ME) inumera as áreas em que foram introduzidas novas medidas como a Acção Social Escolar, o ensino profissional, a gestão escolar, o pré-escolar e o 1º ciclo, a modernização dos estabelecimentos de ensino, a carreira dos professores ou o Plano Tecnológico.
"Não é a história do meu mandato. É apenas um documento de divulgação mais ampla que refere as medidas de política mais emblemáticas, com mais impacto na vida das escolas e das pessoas", afirmou a ministra da Educação à Agência Lusa.
Para Maria de Lurdes Rodrigues, "é importante prestar contas e fazer balanços, bem como divulgá-los". "Na minha opinião, os ministérios têm o dever de o fazer", acrescentou.
No documento, o Governo recorda, por exemplo, o aumento do número de alunos matriculados em todos os níveis ddo ensino básico e secundário, o alargamento do número de beneficiários da Acção Social Escolar, os processos de avaliação do sistema educativo, o alargamento da oferta de cursos profissionais ou a oferta generalizada do enriquecimento curricular.
"Mais eficiência na organização das escolas, novas lideranças, escolas mais orientadas para os alunos e para as suas famílias, mais estudantes e melhores resultados, menos abandono e menos insucesso escolar é o que encontramos hoje no nosso sistema educativo", escreve a ministra, na nota de abertura do documento.
Maria de Lurdes Rodrigues não deixa de dirigir "um voto de apreço ao empenho dos professores, do pessoal não docente e dos órgãos de gestão das escolas e das autarquias".
Segundo a ministra, estes "têm vindo a fazer um trabalho persistente no combate ao insucesso escolar e ao abandono precoce, com resultados visíveis para milhares de jovens e respectivas famílias, que encontram hoje nas escolas respostas mais ajustadas às suas expectativas".
"I"

sexta-feira, junho 19, 2009

Esta mulher é execrável

Depois de José Sócrates ter dito que tinha errado ao ter imposto aos professores um modelo de avaliação complexo, pesado e burocrático, vem agora Maria de Lurdes dizer que o tal modelo pode voltar a ser aplicado no próximo ano. Eu aconselhava José Sócrates a pôr um travão na ministra, isto se quiser ainda sonhar com a hipótese de ganhar as eleições, pois caso contrário o PS irá levar uma vassourada como nunca se assistiu em Portugal com nenhum partido.

Entrevista de Sócrates não convenceu professores

"A nova postura de José Sócrates, assumida anteontem numa entrevista à SIC, em que reconheceu que se pode ter instalado a ideia de que o Governo agiu contra algumas classes profissionais, como os juízes ou professores, mas que tal não era verdade, não convenceu aqueles profissionais.

"Errámos ao propor uma avaliação tão exigente, tão complexa e tão burocrática. Corrigimos logo a seguir, mas o erro ficou feito", admitiu José Sócrates.

No entanto, para o secretário-geral da Federação Nacional dos Professores, Mário Nogueira, "o modelo não é exigente, nem rigoroso, não é nada". E acrescentou que, se José Sócrates "reduz os problemas da Educação à avaliação, bem pode preparar-se para levar outra cacetada daqui a dois ou três meses", referindo-se aos maus resultados do PS nas eleições europeias e aos próximos actos eleitorais.

"O problema não é de palavras é de políticas", vincou, por sua vez, João Dias da Silva, da Federação Nacional de Educação. João Grancho, da Associação Nacional de Professores, concorda. "A mudança de atitude para ser verdadeira tem que assumir consequências práticas".

JN

Parece que vamos ter de preencher novas fichas de auto-avaliação

O DN noticia que o Ministério da Educação informou as escolas de que vai enviar novas fichas de auto-avaliação para os professores. Numa altura em que muitos professores já entregaram as ditas e outros tantos já quase concluiram o seu preenchimento, é caso para dizer que a tríade ministerial não se cansa de brincar com a dignidade dos professores. Só mentes completamente distorcidas se dão o trabalho de criar uma confusão destas. O desnorte que paira naquele Ministério é de tal ordem que, a nós professores, só nos resta desejar que não tarde o dia em que nos possamos ver livres desta cambada.

Resultados das provas de aferição do 1º e 2º ciclos

"Repetem-se os bons resultados do ano passado. Nove em cada dez alunos do 4.º ano teve nota positiva nas provas de aferição de Língua Portuguesa e de Matemática. Os do 6.º também chegam aos 90 por cento na Língua Portuguesa, mas é a Matemática que continua a ser o seu calcanhar de Aquiles, com dois em cada dez estudantes com nota negativa. Contudo, a Matemática há uma ligeira subida das negativas, quer no 4.º como no 6.º ano, revelam os dados do Ministério da Educação, disponibilizados esta tarde.
Em termos globais, os estudantes do 4.º ano obtiveram 89 por cento de notas iguais ou superiores a “satisfaz” a Matemática e 91 por cento a Língua Portuguesa. O ano passado, conseguiram 90,8 e 89,5 a Matemática e a Língua Portuguesa, respectivamente.
Quanto aos alunos do 6.º ano, desceram de 93,4 para 90 por cento a Língua Portuguesa. O mesmo movimento se verifica a Matemática: no ano passado, 81,8 por cento tiveram um desempenho positivo, valor que caiu este ano caiu para 79 por cento".

Público

quarta-feira, junho 17, 2009

Na Escola da Ponte, o eduquês vive no paraíso

"Todas as semanas há debates na Assembleia de Escola. A avaliação não é feita com testes iguais para todos. São os alunos que fazem o seu plano de trabalho diário. E são eles que tentam procurar a informação referente ao tema escolhido. Se precisam de ajuda, recorrem aos livros, a seguir aos colegas e só depois aos professores.
Desde logo, o ritmo dos alunos não se rege por toques de campainha. O período lectivo começa às 8h30 e termina às quatro da tarde. Os miúdos têm actividades extra-curriculares tão diversas como defesa do património cultural, xadrez, música, informática.
Dentro de cada sala estão normalmente alguns professores e mais de 50 alunos, independentemente do seu grau de escolaridade. Estão divididos por três categorias.
Cada estudante faz parte de um “grupo de responsabilidade” que toma conta dos livros, dos computadores, do recreio, do refeitório, dos jardins, etc".

Escolas portuguesas precisam de mais avaliação e disciplina

"Portugal é dos países onde os professores gastam mais tempo a manter a ordem na sala de aula e em tarefas administrativas e menos tempo a ensinar.
Este é um dos resultados evidenciados pelo inquérito internacional sobre ensino e aprendizagem divulgado hoje pela OCDE , com base no TALIS, um instrumento de análise elaborado para avaliar e comparar professores, ensino e aprendizagem em diferentes países.
Os primeiros resultados do estudo hoje divulgado (ver link no final do artigo), levado a cabo em 23 países membros daquela organização, apontam ainda a avaliação e reconhecimento do trabalho dos professores como um elemento importante para um melhor desempenho.
Os inquéritos, levados a cabo em 200 escolas de cada país durante o ano lectivo 2007/2008, permitiram concluir que, em Portugal, 75% do tempo de aula é efectivamente dedicado ao ensino, o quinto valor mais baixo entre os países analisados. Em contrapartida, é dos países onde os professores perdem mais tempo a manter a ordem na sala de aula e em tarefas administrativas.
Além disso, 69% dos professores portugueses trabalham em escolas onde os respectivos directores dizem que os distúrbios na sala de aula prejudicam a aprendizagem, processo que é afectado em 50% dos casos pelo absentismo dos estudantes.
Portugal é igualmente dos países em que um maior elevado número de professores e directores de escola diz não ter havido qualquer tipo de avaliação interna ou externa durante os cinco anos anteriores ao estudo. E quando essa avaliação é feita, o resultado mais valorizado é o número de alunos reprovados, as notas e outros aspectos, enquanto nos demais se dá em média uma importância inversa a estes critérios.
O estudo da OCDE evidencia que os professores que vêem o seu trabalho reconhecido pelos directores das escolas e pelos colegas apresentam um melhor desempenho e conclui que nível do sistema de ensino de um país não pode ser superior ao da qualidade dos professores e do seu trabalho, pelo que defende a necessidade do reforço do treino e formação dos docentes".

Expresso Online

terça-feira, junho 16, 2009

Exame de Português

As primeiras reacções ao exame de Português são unânimes: muito fácil. Quer isto dizer que Maria de Lurdes está a trabalhar para as estatísticas, como aliás era previsível.

Fenprof quer que notas de avaliação de desempenho não produzam efeitos

"A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) sugeriu hoje ao Governo que as classificações a atribuir este ano aos docentes no âmbito da avaliação de desempenho não produzam qualquer efeito, assumindo apenas carácter experimental para a revisão do modelo".

Público

segunda-feira, junho 15, 2009

Amanhã há exames

Amanhã começa uma nova época de exames e o governo não vai perder o ensejo de voltar a manipular os resultados. À semelhança do que se verificou no ano lectivo transacto, com particular incidência na Matemática, as provas vão ser descaradamente acessíveis, por forma a se obterem os resultados desejáveis e assim criar a ideia na população de que a qualidade do ensino está a melhorar, quando de facto piora a olhos vistos. Como aliás o PISA, mais uma vez, irá demonstrar.

A pressão dos exames

"Periodicamente, psicólogos e pedagogos mencionam a pressão que os adolescentes vivem durante os exames como se fosse um perigo a afastar ou uma maldade inútil a que é preciso pôr termo. Em Outubro, aparecerão os mesmos a falar das ‘crises nervosas’ das crianças que enfrentam o primeiro dia de aulas.
O ideal seria, suponho, que não existissem nem uma coisa nem outra. Ao contrário: a pressão é necessária ao amadurecimento. Não só a pressão; também as dificuldades e o trabalho. A época de exames (que começa amanhã) funciona como um período especial na vida das famílias e dos adolescentes, uma antecâmara de anos futuros e das férias do verão.
De certa maneira, é também um rito de passagem, um desafio e uma fronteira que se ultrapassam – ou não. Não há calendário digno sem isto".

Francisco José Viegas
Correio da Manhã

sábado, junho 13, 2009

Os exames estão fáceis


Expresso

Professores com Bom não fazem prova de ingresso

"A prova de ingresso para se aceder à carreira docente deverá ser feita depois de conhecidas as avaliações e antes do concurso de contratação dos professores, até Janeiro. O anúncio foi feito ontem pelo secretário de Estado Adjunto e da Educação, Jorge Pedreira, segundo quem podem ser dispensados da prova os professores que tiverem classificação de Bom ou mais na avaliação. Estão também em condições de dispensa os docentes com quatro anos de serviço e que tenham trabalhado no último ano".

Correio da Manhã